O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou no último dia 30 de novembro a ex-vereadora e empresária de funk, Verônica Costa, pelo crime de tortura contra seu ex marido, Márcio Costa. O casal tem estampado as páginas de jornais e sites de fofoca nos últimos dias quando explodiu na mídia a denúncia de que a “Mãe loira do Funk” realizou sessões de tortura com o ex marido.
Além de Verônica, foram denunciados pelo mesmo crime, Bruno Chaves Ribeiro, Tatiane Chaves Ribeiro, Bruno Marcelo Bahia Marques e Sebastião de Oliveira Evangelista , todos parentes da loira. O crime aconteceu no dia 21 de fevereiro deste ano, na casa do casal em Vargem Grande, zona norte do Rio. Foi decretada a prisão preventiva dos acusados e os agressores estão proibidos de ter qualquer contato com as testemunhas/informantes.
De acordo com os Promotores de Justiça Márcia Velasco e Alexandre Themistocles, a vítima foi atraída para a suíte do casal ontem foi amordaçado, amarrado e mantido em cárcere privado. Além disso, Márcio teve a cabeça “violentamente” afundada nas águas da banheira e do vaso sanitário. Além disso, o texto de denúncia diz que Verônica deu socos e tapas no rosto to ex-marido, obrigando-o a confessar se foi infiel ou não á mulher e se desviou de dinheiro arrecadado durante a campanha política eleitoral.
Na denúncia consta também que Verônica desferiu vários jatos de inseticida no rosto de Márcio e que chegou a jogar gasolina em seu corpo. As graves ameaças consistiam em promessas de choques elétricos e de ateamento de fogo na vítima, que era aterrorizada com fósforos acessos.
Ainda de acordo com a denúncia, o intenso sofrimento físico não teve consequências mais graves porque, durante um intervalo da tortura, aproveitando-se da distração do denunciado Sebastião, a vítima conseguiu pular do segundo andar e pediu ajuda na casa do vizinho.
Ainda de acordo com a denúncia, o intenso sofrimento físico não teve consequências mais graves porque, durante um intervalo da tortura, aproveitando-se da distração do denunciado Sebastião, a vítima conseguiu pular do segundo andar e pediu ajuda na casa do vizinho.
A versão apresentada pelos denunciados foi descartada após análise de dados obtidos pela quebra de sigilo telefônico.
Siga @BlogJornalistas
Ainda de acordo com a denúncia, o intenso sofrimento físico não teve consequências mais graves porque, durante um intervalo da tortura, aproveitando-se da distração do denunciado Sebastião, a vítima conseguiu pular do segundo andar e pediu ajuda na casa do vizinho.
A versão apresentada pelos denunciados foi descartada após análise de dados obtidos pela quebra de sigilo telefônico.
por Aline Balbino
Compartilhe:


20:32
Anônimo
Tags:
0 comentários:
Postar um comentário