O jornalismo é uma das profissões mais extraordinárias que já existiu. Tanto que para alguns foi e é considerado o quarto poder. A profissão tem várias vertentes e pode ser dividida em jornalismo ambiental, jornalismo comunitário, jornalismo cultural, jornalismo internacional entre outras. Mas, há uma editoria em especial que se destaca dos demais pelos perigos que os profissionais podem correr. Subir favela, usar colete á prova de balas, e até receber ameaças são alguns dos sacrifícios que esse repórter terá que fazer.
O grande problema do jornalismo policial é quando você já acha que tudo é normal. Você presencia locais de homicídio e com o tempo isso já não te abala. A única pergunta que passa por sua cabeça é: “O quanto vale uma vida?”
O risco de subir favelas e às vezes bater de cara com traficantes é constante. Mas, se tem algo que dói, é ver adolescentes sendo apreendidos e levados para centros de detenção. O olhar desacreditado de um futuro que talvez não exista. São apenas crianças que provavelmente ao sair desses centros piores do que entraram.
O jornalismo policial tem suas qualidades e seus defeitos. Uma das qualidades é possuir contatos de fontes que um dia poderão te ajudar. E as pessoas ainda se interessam por tragédias. Até porque se as pessoas pararem de se interessar por esses assuntos, os jornais do mundo vão falir.
Mas como toda profissão tem seus riscos, o jornalismo também tem. Claro que não podemos nos meter em situações semelhantes com a de Tim Lopes, porque somos humanos e não kamikazes.
por Aline Balbino
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Guilherme
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